Desapega, é tempo de viver coisas novas!

Sempre é preciso saber deixar ir, seguir o novo, mas compreender essa palavra as vezes é muito difícil.

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Ela acaba tendo uma força tão grande em nossas vida em alguns momentos que nos gera muitas dúvidas, conflitos e até mesmo negação.
Desapegar-se tem muita relação com libertar-se do que te trava, impossibilita ou amarra você.
Já que estamos na reta final do ano, porque não aproveitar esse novo momento com uma proposta bem inusitada!
Que tal desapegar-se?
Interessante sabermos que o desapego é um sentimento que quando não compreendido gera sentimentos de raiva, posse, magoa, apego entre outros.
Essas reações as vezes ocupam tanto espaço dentro da gente que pode nos impossibilitar de ver o novo e isso pesa muito.
Isso porque até podemos visualizar o novo, ter aquela motivação, mas se estamos apegados a alguns desses sentimentos, acabamos deixando ser muito maior o que nos desmotiva.
Voltamos ao sentimento de apego.

Qual é a melhor forma de identificar esse sentimento?

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Quando nos sentimos travados ou apegados a alguns sentimentos que nos impossibilitam de seguir, acabamos desistindo porque enfrentar o que sentimos gera medo e raiva por não conseguir desprender-se.
A melhor forma é assumir o que estamos sentindo para nós mesmos e acreditar no irreal, desapegando-se.
Nós sempre teremos duas escolhas: continuar apegado e se sentir insatisfeito com o resultado ou desapegar-se e se permitir viver o novo, libertar-se.

Ahh, uma felicidade enche nosso coração e conseguimos chegar tão longe!

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O sinal mais real do desapego de algo é sentir paz , alivio, satisfação ou certeza que foi feita a decisão certa. Percebemos que foi dado o passo certo, porque outras situações se alinham e vão retomando o caminho.
Pode ser um pouco confuso no início, mas preste atenção no que está lhe acontecendo.
Tudo que exige dedicação no decorrer do processo trará sentimentos, apegos, pessoas, que irão ainda ter um pouco de peso. Esse é o momento de refletir e perceber o quanto nos apegamos a sentimentos, situações e pessoas, e isso de alguma forma acaba nos impedindo de seguir ou evoluir.

Seria interessante nos perguntarmos:
Quais dependências criadas que me impedem de seguir?
Porque me apego ainda a esses sentimentos?
Normalmente em processos de mudanças de comportamentos, escolhas, temos que compreender uma coisa: Quem está feliz com essas mudanças?
Se a resposta for você! COMPREENDA, ACEITE E AME, porque você está no caminho certo!
Em todo processo de autoconhecimento, sempre, em qualquer situação, haverá momentos muito felizes e momentos de tristeza. Sua maior responsabilidade será inicialmente com a sua verdade e escolhas.
Desapegue-se de maus hábitos, deixe ir as pessoas e os sentimentos. Necessitamos abrir espaço interno para entrarem novos sentimentos.
Enquanto ficarmos apegados, não conseguiremos evoluir e seguir a nossa jornada, que será unica!

Onde estávamos que não vimos o ano passar, a vida correr e tudo acontecer?

Gosto muito do fim de ano, principalmente porque é um momento de repactular, pensar sobre o ano ou se dar conta que o ano passou! Acabamos refletindo ou pensando: “Nossa, mais um ano se foi tão rápido. Nem vi passar!

E se você se fizesse essa pergunta: “Qual versão você mais habitou nesse ano?”. Qual seria a sua resposta? Sua melhor versão motivada ou aquela que você não que se deu conta, que quando viu o ano passou e pouco foi feito?

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A melhor versão se orgulharia das suas escolhas, objetivos, metas iniciadas, prosseguidas, que você tenha sido realmente o autor principal na sua história. Proporcionou novas decisões, editou comportamentos, buscou conhecer um pouco de sí, prestou atenção na vida que estava passando, usufruindo de alguns momentos no presente. Tendo um pouco de certeza de que fez algumas escolhas, na qual se orgulha, visualiza futuro nelas.  Sentindo certa sensação de satisfação ou dever cumprido!

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Ou…

A versão desconhecida, onde passou o ano como coadjuvante na sua própria história.  Deixando o outro cuidando de tudo e ficou assistindo a vida te levar onde o outro lhe conduzia para tudo. Aceitando as escolhas que a vida passou e entregou de qualquer jeito. Você de repente não se atentou no que não estava escolhendo e veio qualquer coisa. Que a autonomia nas suas próprias decisões ficou no banco do carona. Passou o ano reclamando de algumas coisas ou cuidando da vida do outro, porque de repente dá muito trabalho cuidar da nossa.

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Apesar de sempre termos duas escolhas, as vezes fazemos e outras não. Se você se identificou com algum dos dois momentos, não é o fim e, sim, sempre o começo, porque tudo se dá um jeito. Não pelo fato de ser um ano novo, mas porque você pode se permitir viver tudo de  novo!

Demais a vida, né? A vida nos proporciona sempre um novo ano que pode ser editado, configurado da sua forma, independentemente dos resultados do ano que passou. Sempre existe um recomeço, basta você aceitar!

Se você pensar sobre e traçar algumas metas, sonhos, desejos, recaptular, pensar sobre eles, você pode buscar realizá-los no próximo ano.  Se comprometendo com as novas escolhas, permitindo -se…

Quando pensamos em novas escolhas, proteger-se é super normal. Nosso cérebro nos prega algumas falas que nos desmotivam.   Até porque temos uma tendência a deixar o medo nos acompanhar em toda situação nova e, junto dele, vêm experiências do passado que ficaram registradas negativamente. A nossa primeira defesa é pegar essas referências internas do que passou e colocar na frente dos novos projetos, aí bate a desmotivação.

Para ultrapassar esse pensamento e dar o primeiro passo para si, é preciso acreditar no novo, mesmo que você não veja o caminho da estrada.

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Nessas horas, acredito que temos que despertar o nosso lado mais primitivo. Para os bichos é cheirar, para nós é buscar referências e modelos que deram certo. Assim, poderemos dar o primeiro passo, iniciar essa jornada de novas escolhas, onde ela só acaba quando desistimos de nós ou de buscar nossos sonhos e projetos.

Dica: As respostas das perguntas abaixo, sempre serão as que vierem primeiro em seu pensamento!

Pense:

  • O que você não fez nesse ano e que em 2016 não pode deixar de fazer?
  • Quem ou o quê te impossibilitou de realizar?
  • O que você precisa para poder colocar em prática?

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Sempre é tempo de refazer-se e proporcionar um novo começo, porque a vida segue, mas as escolhas é você quem faz.

Em que tempo você vive?

Talvez seja estranho se fazer essa pergunta: “Em que tempo você vive? Presente, passado ou futuro?” Quando lhe perguntam, a resposta é óbvia: “Vivo no Presente!” Mas o quanto você percebe que está vivendo no presente? Será que compreendemos a realidade dos tempos em nosso dia a dia?

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Desde que iniciei meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão difícil é identificá-lo e porque não conseguimos entender quando alguém nos fala: “Ei, viva o presente!” Eu acredito que o presente é o agora, o que estamos vivendo, como por exemplo escrever esse texto. Quando você ler, será o seu presente e o meu passado. Confuso, né? Repensando sobre algumas atitudes minhas, comecei a perceber que o passado e o futuro surgiam com muita intensidade, onde me arrancavam do presente o aqui e agora.

O passado é quando buscamos intensamente viver no presente experiências, sensações, exatamente iguais as que já vivemos, gerando certa nostalgia, o que é importante.

O fato a se repensar é quando passamos uma vida inteira em busca de viver as experiências do passado no presente. Como não volta, acaba gerando algumas insatisfações, angustias, vazios e até mesmo raiva.

Ahhh! O futuro!  Quando ele age…

Esse é um danado! Nos gera um sentimento muito real. Algumas pessoas vivem a ANSIEDADE.

Na minha trajetória, ela aparece e reaparece de tempos em tempos. Mas como ocorre? Quando temos crises de excessos de futuro. Um bom exemplo, é quando estamos no presente pensando e querendo viver todos os projetos da nossa cabeça e desejando intensamente ter tudo. Só que não percebemos que o desejo existe no agora, mas o futuro ainda não chegou!

Pensando nesses dois momentos: Com qual deles você se identifica? Com qual você se parece mais? Pense em alguma situação em que você teve sentimentos como ansiedade, angustia, vazio ou insatisfação. Tem momentos em que nós nos sentimos muito no passado ou muito no futuro, não conseguindo sair deles. O grande vilão desses dois, que ronda esses momentos, é o apego que criamos com as situações. (O apego é um sentimento de estima. É quando nos apegamos a algo devido a alguma circunstância, podendo ter um afeto envolvido, o que dificulta a desapegar-se ou desprender-se.)

Em alguns momentos, nós acreditamos que a nossa busca está em um desses dois tempos, podendo existir alguma felicidade que idealizamos. Mas se formos racionalizar ou pensar, o real é somente o que estamos vivendo agora. A física quântica fala muito sobre vivermos ou mentalizarmos o agora para projetarmos um futuro.

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Devido a nossa loucura do dia a dia, esquecemos o principal que é viver o PRESENTE, O HOJE OU AGORA! O nome já diz, presente, diário, que é concedido para que construamos o futuro.

Nós Iremos projetar o nosso futuro elaborando-o no presente. Devemos fazer projetos, sonhar sim! É interessante compreender que temos tempo de plantar no solo do presente para quando chegar o futuro, viver e desfrutar do que idealizamos.

Mas e você? Qual é o seu medo em viver o presente?

A melhor maneira de sentir o presente é fazendo coisas para si e fazer o que você tem tido vontade de fazer, mas que acaba por não fazer. O importante é perceber o que ocorre no dia a dia, identificando esses acontecimentos para auxiliar na sua auto-percepeção.

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Pense: em quais situações você tem se presenteado com a sua presença?

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Qual super-herói você se tornou?

Sempre fui vidrada em histórias de super-heróis, adoro filmes e séries.

Vendo o seriado do super-herói Flash, nesse fim de semana, me peguei pensando: Por que grande parte dos super-heróis perderam algo na vida, passaram por uma situação difícil, não tiveram pais ou foram rejeitados? Fui dar uma pesquisada na história de alguns e resolvi compartilhar para pensarmos. É provável que você lembrará de alguns deles.

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Batman: Os pais são assassinados quando ele ainda é uma criança.

Homem-aranha: Os pais fogem devido a alguns segredos. Ele é um personagem tido como órfão que foi educado e criado por sua tia May e o Tio Bem. Quando adolescente, tem que lidar com as lutas diárias normais da sua idade.

Super-Homem: O personagem nasceu no fictício planeta Krypton e foi chamado pelos seus pais de Kal-El (que significaria Filho das Estrelas no idioma kryptoniano). Foi mandado à Terra por seu pai, Jor-El, um cientista, momentos antes do planeta explodir. O foguete aterrissou na Terra na cidade de Smallville , onde o jovem Kal-El foi descoberto pelo casal de fazendeiros Jonathan e Martha Kent. Conforme foi crescendo, ele descobriu que tinha habilidades diferentes dos humanos.

 Homem de Ferro: É um cientista e empresário genial. Bilionário, playboy e filantropo, pois herdou a fortuna e os empreendimentos de seu pai aos 21 anos, quando este faleceu. Durante a guerra do Vietnã, o inventor e empresário Tony Stark foi vítima de uma explosão de granada.

Hulk: É rejeitado por seu pai, Dr. Brian Banner, um cientista atômico que acaba matando sua mãe e é internado em um hospital psiquiátrico. Bruce, um grande e jovem intelectual, foi criado por sua tia, a senhora Drake, e internalizou sua grande dor e raiva sobre os sofrimentos de sua infância.

Flash: Na versão atual, ele perde sua mãe e seu pai e é preso. Ele é criado pelo pai de uma amiga que é policial.

Todos são motivados à busca de uma nova resposta, ou melhor versão, e se tornam super-heróis. Porém, percebem que ser super-herói na vida exige dedicação para realizar-se. Que super-herói não tem crises com seus poderes? É preciso compreender o porquê não se consegue chegar aos objetivos.

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Pense, existe momentos em que necessitamos parar e observar onde estamos falhando e ver o que temos que fazer para continuar.

Os momentos de crise nos ensinam a pararmos para analisar a situação e buscar respostas diferentes. As vezes necessitamos de uma crise interna para ver que somos superrrr motivados, engajados, dedicados… Acreditar é se incentivar!

Sempre existirá o grande vilão que é o medo. Ele é o suficiente para nos impedir de acreditarmos em nossos sonhos. Mas quando identificado e compreendido, este passa a ser um aliado.

É preciso compreender que em momentos de busca de adequação interna, necessitamos tirar a “capa” e identificar que somos seres em constante aprendizado. Que a perfeição existe para os que não se percebem. Que somos seres imperfeitos em busca de evolução.

Precisamos buscar praticar auto compaixão, auto perdão, auto amor, para dar espaço a esses “super-poderes”. Como iremos fazer voos longos em busca do nosso desejo, se continuamos utilizando as mesmas estratégias?

Pense e reflita:

Qual é o seu herói favorito? O que você mais gosta nele? Qual relação ele tem com a sua escolha?  Observe o que mais se parece com a sua realidade! Nós nos relacionamos por projeção. Só escolhemos esses super-heróis porque neles existem características nossas ou que admiramos. Talvez você não se veja em nenhuma dessas perguntas. Pode ser que você não esteja parando para se ouvir. Faça mais silêncio interno. Para poder se ouvir é preciso diminuirmos a música do mundo!

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Que super-herói você que ser na sua vida?

Você é o vilão, vítima ou mocinho na sua história?

Acreditar que você é capaz tem um poder lindo de se amar eternamente e mudar a sua história. Acredite, independente de toda crise! Se fortaleça nas suas escolhas. Você é capaz!